segunda-feira, 5 de março de 2012

Foi assim, como diria Caetano

A verdade é que nesse caso não foi Caetano, com sua malemolência, quem falou. Foi Peninha. Caetano caetaneou. E Peninha disse, sobre sonhos, sobre amor e sobre paixão, que é a natureza das coisas envolvidas nessa minha história de revisar textos e de escrever (o resto são coisas que colocam na cabeça da gente...):

"Tudo era apenas uma brincadeira
e foi crescendo, crescendo, me absorvendo.
E de repente eu me vi assim completamente seu.

Vi a minha força amarrada no seu passo,
vi que sem você não há caminho, eu não me acho.
Vi um grande amor gritar dentro de mim como eu sonhei um dia."

Aqui para ouvir os "sonhos" deles...

O texto é subjetivo, nesse caso, como foi subjetivo, em certo sentido, ter resolvido trabalhar com revisão de textos. Como são sempre subjetivos os afetos e os projetos humanos.

Era mesmo um tipo de brincadeira, quer ver:

http://katinewalmrath.blogspot.com/2011/05/correcao-de-rota.html

Bem, de fato, não resolveu o problema da inclinação por escrever cartas de amor, mas descortinou infinitas outras possibilidades, de trocas, de diálogos, de aprendizado e, porque não dizer, de amores.

Enfim, esquece tudo, sobre Peninha, sobre Caetano, sobre sonhos e sobre desilusões. O ponto é que eu sempre quis ser a lesma da historinha aquela, caule acima, muito antes da estação, sempre quis dizer que "vou indo, vou indo", quando for tempo de pitangas, estarei lá.

:-)))

* Em tempo: desde aqueles dias, o telefone mudou, agora é 51 9228 4948.

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